segunda-feira, 16 de maio de 2011

Make sure you know I love you!


Absorvida nesta ignorância desesperante faço passar em frente aos olhos, já semicerrados, todas as minhas acções, palavras e pensamentos dos últimos tempos, procuro uma resposta á tua mensagem inquietante, resposta essa que nem te deste ao trabalho de me dar!
Não sei qual o mais rápido, se o cérebro a vasculhar todas as possibilidades de falha, se o coração a lutar contra esta frustração por te ter falhado e esta inquietação por não saber em quê! Sabem quando damos tudo de nós por algo ou alguém, quando estamos certos de que mais não poderíamos fazer para tentar não errar e quando, no fim, parece que nada bate certo, tropeçamos nos nossos próprios pés e deitamos tudo a perder?! Dei tudo de mim por ti, fiz tudo para tentar não falhar e mesmo assim parece não ser o suficiente!
De uma coisa gostava que nunca tivesses duvidas, amo-te

domingo, 8 de maio de 2011

Back to black


Fiquei sem meios para tentar decifrar essa embrulhada de códigos que tu insistes em guardar num secretismo absoluto. De alguma maneira, aquela fé que eu julguei intocável desapareceu, por mim ainda arranjava forma de encontra-la novamente mas, por mim também, sei que não o devo fazer, porquê persistir por quem desiste?! Ainda pensei que pudesse fazer força pelos dois, e tentei, mas não soubeste pegar nela e torna-la tua.
Odeio-me por gostar tanto de ti, gostar ao ponto de mesmo depois de tantas nódoas negras, ainda pensar em ti com a mesma vontade de persistir, com o mesmo desejo de te ter e com a mesma inocência de te amar. Desta vez sinto-me na obrigação de lutar contra mim, mas não encontro nem metade das forças que encontrei quando o fazia por ti! Fizeste-me ter medo de ti, de nós, de mim e do modo como me fazes sentir!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

All about you...


Adormeci e acordei a pensar de que maneira ia olhar para ti e esconder este aperto que me dá sempre que o faço, de que forma é que iria serrar os lábios em tudo o que te dissesse respeito. Esta minha falsa indiferença contigo custa-me um valente bolo na barriga e um nó na garganta todos os dias, alguns sapos engolidos em seco, um esforço inexplicável para resistir a esse perfume a torturar-me todas as manhãs, uma panóplia de assuntos forçados para descartar enquanto passas ao meu lado e o melhoramento dos meus reflexos visuais para desviar automaticamente o olhar quando, coincidentemente, ele se cruza com o teu.
Mas mais que esta minha suposta indiferença, assusta-me a tua, e a dúvida de que se, tal como a minha, é forjada estupidamente e sem qualquer tipo de objectivo ou se és tu a ir embora.
tenho saudades, muitas!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Walking in the cold November rain


And when your fears subside and shadows still remain,
I know that you can love me when there's no one left to blame
So never mind the darkness we still can find a way
Nothin' lasts forever even cold November rain

Guns N' Roses

quinta-feira, 17 de março de 2011

A white blank page and a swelling rage




"Can you lie next to her and give her your heart, your heart as well as your body? And can you lie next to her and confess your love, your love as well as your folly? And can you kneel before the king and say i'm clean, I'm clean?
But tell me now were was my fault in loving you with my whole heart?"

Mumford and Sons

quarta-feira, 16 de março de 2011

Will this be the end?


Já nem esta musica, que me costumava levar até outras dimensões, me consegue hipnotizar e controlar esta sequência de soluços e lágrimas, não consigo arredar pé destes pensamentos sufocantes que só a ti dizem respeito!
E aqui vai mais um desabafo degradante de uma pessoa oficialmente perdida e vazia! Vazia porque me entreguei á espera que me guardasses com aquela dedicação que prometeste, mas foste embora, foste e levaste-me contigo, deixaste-me agarrada a ti desta maneira descontrolada e incontrolável e agora não sei como voltar!
Fugir para não ter de me torturar mais com esse teu olhar, fugir para me encontrar! Fugir é só o que peço porque não me vejo capaz de encontrar o caminho de volta enquanto me torturas diariamente com a tua presença indiferente!

domingo, 6 de março de 2011

(des)orientas-me!


Senti uma necessidade extrema de me autodiagonosticar, de reflectir e tomar consciência de mim! Estes últimos tempos têm avançado a um ritmo frenético e nem dei conta da embrulhada em que me meti, não parei para pensar e para resolver, deixei andar e o novelo foi crescendo.
Atingi uma desarrumação tal que me perdi dentro de mim própria e é por essa razão que fujo a sete pés das típicas perguntas curiosas e preocupadas do "como estás?" ou "como estão as coisas?", porque antes de as saber responder a segundos, tenho de as saber decifrar dentro desta cabeça instável e confusa.Perdi-me neste mar de indecisões, estou em alto mar e preciso de parar e refazer a rota para me orientar de novo. Mas, a verdade é que por mais que eu tenha um guião mental para me seguir, ao ver-te simplesmente, os meus planos desvanecem de imediato, porque quando estou ali, nada mais importa porque de súbito passo a ter todas as respostas e todas as certezas, mas, e quando te vais embora? pois... rebobina-se o filme e voltam as confusões!