segunda-feira, 5 de setembro de 2011

atmosphere


Adaptei-me surpreendentemente bem às circunstâncias, tentei conter a minha necessidade permanente de autocontrolo e saltei para fora da minha zona habitual de conforto, estava fora dela mas senti-me bastante confortável devo dizer.
Se calhar devíamos apenas ter-nos reconfortado com a tal relação platónica que já durava há algum tempo (tempo demais provavelmente) e deixarmo-nos ficar por aí, deixar vencer esta timidez que nos identifica e rendermo-nos ao improvável. Deixávamos apenas que nos chegassem aos ouvidos vozes embriagadas e tímidas e mantínhamos aquela amizade diferente, de confiança e ao mesmo tempo intimidação pela consciência do que havia por de trás.
É tarde demais para desabafos, bem sei, agora estou entregue ao que o mundo tiver reservado para nós.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

It's a process not a phase...


Não não não, cérebro ordeno-te que persistas! Não quero entrar outra vez naquela montanha russa de pensamentos sufocantes que me tiram o sono, isso não, mais não!
Continua a injectar esse antibiótico de racionalidade e frieza num assunto que me é tão sensível como uma pele esfolada ainda por cicatrizar! Pensei que já podia pensar e tocar no teu assunto de uma maneira saudável, que já não ia interferir com o meu batimento cardíaco, mas acho que pus apenas um penso para não ver o que estava por baixo. Mas não, nunca foste uma ponta solta nem um assunto mal resolvido, foi apenas o choque ao reparar na ferida que ainda persiste debaixo deste bronze disfarçado!
E as saudades... apertam!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

dear madams,


love you both!**

quarta-feira, 8 de junho de 2011

"how I wish you were here!"



Morro de saudades mesmo quando te sentas na mesa de trás e, apesar de já não te ter, continuo com medo de te perder!

quinta-feira, 2 de junho de 2011


Tremo só de pensar no que te meteste. Assombra-me o modo como te deixaste levar por essa personalidade paranóica que te absorve e aterroriza-me a proporção que esse monstro poderá tomar. Tenho medo por ti!

p.s.- sem querer pôr o meu sentimento à mistura, sai enquanto os danos ainda são suportáveis!

sábado, 28 de maio de 2011

We – you and me


Esta carapaça de indiferença que visto todas as manhãs dos últimos tempos é apenas um disfarce para te esconder toda a desarrumação interior que me causaste, para controlar as lágrimas que não tardam a soltar-se e para conservar o mísero bocadinho de vida com que me deixaste. Tenho medo de te olhar nos olhos, arrepio-me sempre que passas ao meu lado!
Lembraste da casa antiga no meio do nada, do pátio interior, do jipe, de Londres e de tantos outros planos que me fizeram desenhar uma vida contigo? Quando foste embora esqueceste-te de me explicar como apagar o futuro que esboçaste em mim e agora estou perdida, desorientada na minha própria imaginação porque tu apareces em todas as previsões. Criei uma vida que sem ti não faz sentido porque te escolhi para entrares no resto de tudo, entraste e acreditei que tinha também entrado no teu “resto de tudo”, mas e agora que já não faz sentido ter-te no futuro?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"On the first page of our story the future seemed so bright, then this thing turned out so evil I don’t know why I’m still surprised"